A Humpar - Associação Portuguesa Pela Humanização do Parto é uma associação civil, sem fins lucrativos, que tem como principal objectivo a Humanização do Parto em Portugal, através da divulgação de informação que promova alterações e melhorias significativas no atendimento às grávidas e suas famílias durante a gestação, parto e pós parto, com o objectivo de atingir os níveis óptimos de atendimento já existentes em diversos países desenvolvidos que têm como modelo preferencial o Parto Humanizado, seja ele realizado em hospitais, no domicílio ou em casas de parto.
A Humpar pretende reunir todas as pessoas interessadas em lutar pela humanização do parto em Portugal, independentemente da sua área de especialidade, contando desde já com a colaboração de indivíduos provenientes dos mais variados quadrantes.
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Notícias recentes:
Percentagem de crianças com baixo peso à nascença não pára de aumentar
Plano Nacional de Saúde estabelecia como meta para 2010 uma taxa de apenas 5,8 por cento de bebés com menos de 2500 gramas. Mas a percentagem continua a crescer.
Os cuidados de saúde antes do parto melhoraram substancialmente e Portugal deu um salto qualitativo impressionante a nível de mortalidade e morbilidade infantil nas últimas décadas. Mas há um indicador de saúde que está a piorar e transmite uma imagem negativa do país a nível internacional: a percentagem de crianças com baixo peso à nascença (menos de 2500 gramas) continua a aumentar, ao contrário do que seria de esperar. No ano passado subiu para 8,2 por cento do total de nados-vivos, numa clara divergência em relação à meta estabelecida no Plano Nacional de Saúde, que previa uma taxa de apenas 5,8 por cento já para este ano.
Os dados acabam de ser divulgados pelo Alto-Comissariado da Saúde e estão relacionados com a elevada taxa de prematuridade (partos antes da 37 semanas) que também disparou nos últimos anos - só entre 2004 e 2009 passou de 6,8 para 8,8 do total de nados-vivos.
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Os cuidados de saúde antes do parto melhoraram substancialmente e Portugal deu um salto qualitativo impressionante a nível de mortalidade e morbilidade infantil nas últimas décadas. Mas há um indicador de saúde que está a piorar e transmite uma imagem negativa do país a nível internacional: a percentagem de crianças com baixo peso à nascença (menos de 2500 gramas) continua a aumentar, ao contrário do que seria de esperar. No ano passado subiu para 8,2 por cento do total de nados-vivos, numa clara divergência em relação à meta estabelecida no Plano Nacional de Saúde, que previa uma taxa de apenas 5,8 por cento já para este ano.
Os dados acabam de ser divulgados pelo Alto-Comissariado da Saúde e estão relacionados com a elevada taxa de prematuridade (partos antes da 37 semanas) que também disparou nos últimos anos - só entre 2004 e 2009 passou de 6,8 para 8,8 do total de nados-vivos.
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Cada vez mais mulheres querem parto humanizado
16 Jul 2010
Um estudo recente refere que a mãe sofre menos mas que o bebé corre mais riscos se o parto for realizado em casa. Em Portugal, à semelhança da evolução que se vem a registar desde há décadas em muitos países da Europa, tem vindo a crescer o número de mulheres que optam por dar à luz em casa, mesmo sem condições para tal.
O estudo publicado na revista “American Journal of Obstetrics and Gynaecology” refere que as mulheres cujos partos ocorrem em casa tendem a apresentar menos lacerações, hemorragias pós-parto e infecções, provavelmente devido à ausência de intervenção médica. Mas, por outro lado, o índice de mortalidade neonatal (nomeadamente complicações respiratórias e falhas na reanimação) sobe para o dobro nos partos realizados em casa, embora o risco se mantenha baixo (0,2%). Este trabalho comparou 342.056 partos domiciliários com 207.551 partos hospitalares ocorridos nos EUA e na Europa.
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Um estudo recente refere que a mãe sofre menos mas que o bebé corre mais riscos se o parto for realizado em casa. Em Portugal, à semelhança da evolução que se vem a registar desde há décadas em muitos países da Europa, tem vindo a crescer o número de mulheres que optam por dar à luz em casa, mesmo sem condições para tal.
O estudo publicado na revista “American Journal of Obstetrics and Gynaecology” refere que as mulheres cujos partos ocorrem em casa tendem a apresentar menos lacerações, hemorragias pós-parto e infecções, provavelmente devido à ausência de intervenção médica. Mas, por outro lado, o índice de mortalidade neonatal (nomeadamente complicações respiratórias e falhas na reanimação) sobe para o dobro nos partos realizados em casa, embora o risco se mantenha baixo (0,2%). Este trabalho comparou 342.056 partos domiciliários com 207.551 partos hospitalares ocorridos nos EUA e na Europa.
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Parto vaginal oferece bactérias boas para a saúde do bebé
Estudo publicado no PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences)
09 Jul 2010
Os bebés que nascem de parto natural têm mais bactérias do ambiente vaginal da mãe, enquanto os nascidos por cesariana têm microrganismos comuns encontrados na pele. Estas comunidades bacterianas diferentes têm influência na protecção da saúde do bebé ao longo da vida, alerta um estudo publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS).
Este estudo, realizado por cientistas da Universidade de Porto Rico e da Universidade do Colorado, nos EUA, analisou 9 mulheres, com idades entre os 21 e os 33 anos, e 10 bebés atendidos no Hospital de Puerto Ayacucho, na Venezuela. Os bebés foram avaliados nas 24 horas após o nascimento, tendo-lhes sido retiradas amostras da boca, da garganta, do tracto gastrointestinal superior e da pele.
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09 Jul 2010
Os bebés que nascem de parto natural têm mais bactérias do ambiente vaginal da mãe, enquanto os nascidos por cesariana têm microrganismos comuns encontrados na pele. Estas comunidades bacterianas diferentes têm influência na protecção da saúde do bebé ao longo da vida, alerta um estudo publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS).
Este estudo, realizado por cientistas da Universidade de Porto Rico e da Universidade do Colorado, nos EUA, analisou 9 mulheres, com idades entre os 21 e os 33 anos, e 10 bebés atendidos no Hospital de Puerto Ayacucho, na Venezuela. Os bebés foram avaliados nas 24 horas após o nascimento, tendo-lhes sido retiradas amostras da boca, da garganta, do tracto gastrointestinal superior e da pele.
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